Maria Isabel participou de um dos meus treinamentos e começou a aplicar Terapia Neural com a própria família. A mãe dela tem 84 anos. Glaucoma. Perdeu metade da visão - a outra metade estava embaçada. O oftalmologista foi honesto: não havia mais o que fazer. A mãe queria uma coisa só: manter a independência. Continuar dirigindo, continuar vivendo sem precisar de ajuda.
Maria Isabel fez a aplicação numa segunda-feira. E durante a sessão, a mãe olhou pra TV em cima da maca e disse:
"Bel, estou enxergando a televisão. Estou enxergando a tela inteira."
Antes enxergava metade. Naquele momento, do começo ao fim da tela. Maria Isabel chorou. A mãe também. E a sala inteira junto. Dois dias depois, a mãe descreveu assim: "A vida está mais clara. As cores estão mais claras." Ela mesma relatou que o sono também mudou - dormia mal, acordava de madrugada, e passou a retomar o sono. E disse algo que ficou comigo: "Tenho confiança de que posso ter uma vida melhor."
O que você leva é raciocínio pra não ficar perdida quando o caso fugir do esperado. Guarda bem isso: é exatamente esse raciocínio que eu vou mostrar durante a manhã.